Siza Vieira - Reconstruir a Síria
Os arquitectos portugueses Alvaro Siza Vieira, Ricardo Bak Gordon, Guilherme Machado Vaz e Aires Mateus participaram num projecto mundial, que envolve 150 Arquitectos de 26 países, intitulado "Skech Síria" que visa traçar possíveis cenários de reconstrução da Sìria. Esta iniciativa surgiu em resposta a um pedido feito pelas Nações Unidas (UN_ESCWA), a 14 de Junho de 2016, de ideias para a reconstrução do país. O projecto resultou numa exposição realizada já este ano em Veneza, que incluía esboços de 132 arquitectos
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
e qual são as crenças desse "señor"? de que forma se atreve a tentar interferir com mundos e reais que brotam da "sacralidade" ......... Ele nem sequer nem nunca saberá o que é um fascista porque ele encarna e representa o "próprio fascista" Então, senhores é tudo systematizado? ou preferem "encornados em casa do vigário" ele protege KKK e a cia é Mossad neste "instante" sem atomização qualquer ... portanto uma redução do "systema" e systematizados ao none, por tanta compactuação, vocês são "uns atrevidos" sem o ser, são um problema?! não são a nova erase dimensão do Vacuum, we are in studio programming your "void sessions" miguel fonseca a viagem faz se no "gotico" da irmandade, we are having a fuckin blas, so run outside and let your ... "mind" blow in blow out, like tha space bound conection all around, kissing earth, no devil, no evil, just art, creation and Love get manifestation, so bom dia charros para toda essa gente Legalize your time" cause you are dead meat to tha One whi kisses your mind.... or "nulls" rien pas ça de rien,"none" legalização feita! "aborrecido" o systema ..... "programado o "velho dilemo, o "problema" ... do .... "systema" eles têm a cia em cia, brain dead you got a fuckin bullet in your head por terem perdido a "transmission" SABEM de que^ ? none .... sem continuação Dark side of tha wall
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Trump desculpa os supremacistas e compara neonazis a anti-fascistas.
Primeira Ministra britânica considera inaceitável comparar neonazis com anti fascistas.
anteontem, Donald Trump culpou os anti-fascistas pela violência neonazi em Charlottesville. baralhar a história? revisionismos ó estupido? no puede ser "señor" Zapatistas true. E as criticas voltaram a desabar sobre o Presidente dos EUA.
"Não vejo semelhança entre quem defende ideias fascistas e entre quem se opõe a elas" Diz Theresa May, considerando "importante que todos os que estão em cargos de responsabilidade condenem as visões da extrema-direita" numa critica à desresponsabilização dos neonazis por Trump.
A reacção de Trump em conferência de imprensa não se mostra muito inteligente. "Havia um grupo de um lado que era agressivo e havia outro grupo de outro lado que também era violento. Ninguém o quer dizer"! alguém entendeu estas declarações?!os estúpidos quando morrem não sentem nada por serem estúpidos, aviso do sector vermelho alentejano a DOnald trump. o perigo da "virtualidade" manipulação.
"Ninguém devia banalizar o antisemitismo e o racismo dos nazis"!; criticou num comunicado duro e inteligente Heiko Maar, ministro alemão da justiça.
"Há que ser claro, a supremacia branca é repulsiva. Esse fascismo está contra tudo o que representa este país" declarações do líder republicano na Câmara dos Representantes.
Neste interim, vários conselheiros económicos de Trump - incluindo presidentes de grandes companhias como a farmacêutica Merck, a Intel (informática) a Under Armour (vestuário) - demitiram-se em protesto contra as suas posições. O presidente não se fez rogado "Em vez de pressionar os empresários do COnselho de Industriais e do Forum de estratégia e política, decidi terminar com os 2. Obrigado a todos" replicou no Twitter.
Primeira Ministra britânica considera inaceitável comparar neonazis com anti fascistas.
anteontem, Donald Trump culpou os anti-fascistas pela violência neonazi em Charlottesville. baralhar a história? revisionismos ó estupido? no puede ser "señor" Zapatistas true. E as criticas voltaram a desabar sobre o Presidente dos EUA.
"Não vejo semelhança entre quem defende ideias fascistas e entre quem se opõe a elas" Diz Theresa May, considerando "importante que todos os que estão em cargos de responsabilidade condenem as visões da extrema-direita" numa critica à desresponsabilização dos neonazis por Trump.
A reacção de Trump em conferência de imprensa não se mostra muito inteligente. "Havia um grupo de um lado que era agressivo e havia outro grupo de outro lado que também era violento. Ninguém o quer dizer"! alguém entendeu estas declarações?!os estúpidos quando morrem não sentem nada por serem estúpidos, aviso do sector vermelho alentejano a DOnald trump. o perigo da "virtualidade" manipulação.
"Ninguém devia banalizar o antisemitismo e o racismo dos nazis"!; criticou num comunicado duro e inteligente Heiko Maar, ministro alemão da justiça.
"Há que ser claro, a supremacia branca é repulsiva. Esse fascismo está contra tudo o que representa este país" declarações do líder republicano na Câmara dos Representantes.
Neste interim, vários conselheiros económicos de Trump - incluindo presidentes de grandes companhias como a farmacêutica Merck, a Intel (informática) a Under Armour (vestuário) - demitiram-se em protesto contra as suas posições. O presidente não se fez rogado "Em vez de pressionar os empresários do COnselho de Industriais e do Forum de estratégia e política, decidi terminar com os 2. Obrigado a todos" replicou no Twitter.
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Venezuela. Alto comissariado denuncia violência do governo enquanto secretário geral mantém tom sereno e conciliatório
O ALto Comissário para os Direitos Humanos (ACNUDH) tem assumido o papel de voz activa contra o governo venezuelano, no seio das Nações Unidas. Ontem o príncipe jordano, Zed Ra'ad al Hussein, quantificou e atribuiu responsabilidades pela violência nas manifestações e instou o governo a parar com o uso excessivo de força, poucas horas antes o secretário geral da ONU vir insister no tom de alerta conciliador. As forças de segurança venezuelanas foram responsáveis por 46 mortos desde 1 de Abril, havendo outros 27 atribuidos aos colectivos, milícias armadas pró governamentais que se infiltram nos protestos, contabiliza o jordano, sem conseguir esclarecer no comunicado ontem emitido, a origem das vitimas que faltam para totalizar os 125 mortos de que falam os dados oficiais. Não autorizado a entrar na venezuela, O ACNUDH fez as contas à distância, por meio de entrevistas a vitimas de repressão e familiares, testumnhas, organizações civis, jornalistas, advogados, médicose Procuradoria Geral concluiu pelo uso excessivo de força e pela violação dos direitos humanos de mais de 5 mil detidos arbitrariamente denunciando casos de tortura, inclusive abusos sexuais. E tomou posição: denunciando os ataques governamentais à Assembleia Nacional (onde a oposição tem a maioria) e ao Ministério Público, manifestou profunda preocupação quanto à destituição da Procuradora Geral Luísa Ortega Díaz, dissidente chavista afastada pela nova Assembleia constituinte convocada pelo presidente Maduro para reescrever a COnstituição. Isto no dia em que o Supremo Tribunal condenou o autarca de Chacao, Ramón Muchacho (oposição) a 15 meses de prisão por desobediências por não ter impedido barricadas de protesto no dia de eleição da Constituinte,"
O ALto Comissário para os Direitos Humanos (ACNUDH) tem assumido o papel de voz activa contra o governo venezuelano, no seio das Nações Unidas. Ontem o príncipe jordano, Zed Ra'ad al Hussein, quantificou e atribuiu responsabilidades pela violência nas manifestações e instou o governo a parar com o uso excessivo de força, poucas horas antes o secretário geral da ONU vir insister no tom de alerta conciliador. As forças de segurança venezuelanas foram responsáveis por 46 mortos desde 1 de Abril, havendo outros 27 atribuidos aos colectivos, milícias armadas pró governamentais que se infiltram nos protestos, contabiliza o jordano, sem conseguir esclarecer no comunicado ontem emitido, a origem das vitimas que faltam para totalizar os 125 mortos de que falam os dados oficiais. Não autorizado a entrar na venezuela, O ACNUDH fez as contas à distância, por meio de entrevistas a vitimas de repressão e familiares, testumnhas, organizações civis, jornalistas, advogados, médicose Procuradoria Geral concluiu pelo uso excessivo de força e pela violação dos direitos humanos de mais de 5 mil detidos arbitrariamente denunciando casos de tortura, inclusive abusos sexuais. E tomou posição: denunciando os ataques governamentais à Assembleia Nacional (onde a oposição tem a maioria) e ao Ministério Público, manifestou profunda preocupação quanto à destituição da Procuradora Geral Luísa Ortega Díaz, dissidente chavista afastada pela nova Assembleia constituinte convocada pelo presidente Maduro para reescrever a COnstituição. Isto no dia em que o Supremo Tribunal condenou o autarca de Chacao, Ramón Muchacho (oposição) a 15 meses de prisão por desobediências por não ter impedido barricadas de protesto no dia de eleição da Constituinte,"
Zuma sobrevive pela nona vez a censura
àfrica do sul. O Presidente da África do Sul, jacob Zuma, sobreviveu ontem à nona moção de censura do Parlamento desde que chegou ao cargo, em 2009 rejeitada por uma maioria inferior ao número de deputados do Partido Nacional Africano (ANC). Se a moção tivesse passado, Zuma envolvido desde 1995 numa série de escândalos que levaram a sucessivas moções de censura, teria de sair de cena e o Parlamento elegeria um novo Presidente. Manifestações contra e a favor de Zuma algumas delas com distúrbios, marcaram o dia em cidades como Joanesburgo, Pretória e Cabo.
àfrica do sul. O Presidente da África do Sul, jacob Zuma, sobreviveu ontem à nona moção de censura do Parlamento desde que chegou ao cargo, em 2009 rejeitada por uma maioria inferior ao número de deputados do Partido Nacional Africano (ANC). Se a moção tivesse passado, Zuma envolvido desde 1995 numa série de escândalos que levaram a sucessivas moções de censura, teria de sair de cena e o Parlamento elegeria um novo Presidente. Manifestações contra e a favor de Zuma algumas delas com distúrbios, marcaram o dia em cidades como Joanesburgo, Pretória e Cabo.
Quénia . Eleição para a presidência, e para os orgãos locais, regionais e nacionais. Democracias que desunem.
Alfredo Maia - O presidente do Quénia Uhuru Kenyatta, terá vencido ontem as eleições, batendo novamente o seu rival histórico Odinga, numa luta renhida à qual se apresentaram pela última vez os 19,6 milhões de eleitores.
Apesar de ambos serem filhos dos fundadores da nação queniana, com a independência do Reino Unido em 1963 Jomo Kennyata, o 1º Presidente e Oginga Odinga, o 1º vice presidente, os dois principais candidatos são adversários renhidos tendo-se enfrentado nas presidenciais em 2013.
A pugna decorreu com relativa calma, mas temia-se que pudesse ser marcada por incidentes graves, por causa das alterações do sistema eleitoral e devido à ocorrência há dias, de um ataque a casa do vice presidente, cujo corpo apresentava sinais de tortura. A oposição tem acusado as hostes do presidente Kenyatta de prepararem uma fraude eleitoral cujo processo foi muito participado, uma acusação idêntica à que ele próprio fez em 2007. Nessa altura, o Quénia com tradição de estabilidade e tranquilidade eleitoral, mergulhou em confrontações politicas e etnicas. em dois meses morreram 1100 pessoas e seis mil foram deslocadas.
Alfredo Maia - O presidente do Quénia Uhuru Kenyatta, terá vencido ontem as eleições, batendo novamente o seu rival histórico Odinga, numa luta renhida à qual se apresentaram pela última vez os 19,6 milhões de eleitores.
Apesar de ambos serem filhos dos fundadores da nação queniana, com a independência do Reino Unido em 1963 Jomo Kennyata, o 1º Presidente e Oginga Odinga, o 1º vice presidente, os dois principais candidatos são adversários renhidos tendo-se enfrentado nas presidenciais em 2013.
A pugna decorreu com relativa calma, mas temia-se que pudesse ser marcada por incidentes graves, por causa das alterações do sistema eleitoral e devido à ocorrência há dias, de um ataque a casa do vice presidente, cujo corpo apresentava sinais de tortura. A oposição tem acusado as hostes do presidente Kenyatta de prepararem uma fraude eleitoral cujo processo foi muito participado, uma acusação idêntica à que ele próprio fez em 2007. Nessa altura, o Quénia com tradição de estabilidade e tranquilidade eleitoral, mergulhou em confrontações politicas e etnicas. em dois meses morreram 1100 pessoas e seis mil foram deslocadas.
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